“Heróis de Azul” levam mais de 30 voluntários no apoio à “Ilha Dourada”

Mais de 500 moradores da “Ilha Dourada”, no município de Quissama, beneficiaram no último fim-de-semana de consultas e exames médicos gratuitos

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NNH

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Mais de 500 moradores da “Ilha Dourada”, no município de Quissama, beneficiaram no último fim-de-semana de consultas e exames médicos gratuitos, numa iniciativa do Standard Bank de Angola (SBAO), em parceria com a associação Médicos Pela Vida, Cárie Not e outros voluntários a título individual, inserida nas acções do projecto Heróis de Azul.
O projecto, contou com o apoio de uma equipe de médicos especializados como Pediatria, oftalmologia, otorrinolaringologia, clínica geral e estomatologia, tendo sido realizadas consultas gratuitas pelos 20 médicos e enfermeiros que aderiram à iniciativa e atenderam mais de 500 pacientes da “Ilha Dourada”.

José Miguel, director municipal da Saúde de Quissama, afirmou que o “projecto faz parte do leque de consultas que o SBAO tem feito às comunidades carenciadas. Engrandece-nos e alegra-nos porque são serviços que temos tido muitas dificuldades de oferecer à população, como é o caso de estomatologia e otorrinolaringologia”.

A comunidade “Ilha Dourada” padece de vários problemas de saúde, assim como de falta de água potável, luz eléctrica, transporte e saneamento básico. O hospital mais próximo localiza-se a cerca de 20 quilómetros, aponta José Miguel.

“Os Heróis de Azul dedicam-se ao apoio às comunidades mais carenciadas e de certa forma afastadas do centro da cidade. O projecto desenvolvido pelo Standard Bank conta, até ao momento, com a parceria das associações Médicos Pela Vida, Cárie Not, Liga Angolana Contra o Cancro e outros voluntários, a  título individual, o que tem permitido a extensão das áreas de actuação, traduzindo-se num maior número de comunidades apoiadas”, afirma Jelson Domingos Kambuiso, do SBAO.

Em Janeiro cumpriram-se exactamente cinco anos desde que  1.375 famílias  foram removidas do bairro Kilombo, na Chicala, para a comunidade da Tandala, em Quissama, com a promessa de melhores condições de vida. Actualmente os moradores estão reduzidos a cerca de 300 famílias e clamam por apoio das autoridades.

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