Banco Económico entra na Tranquilidade – Corporação Angolana de Seguros

O Banco Económico pretende adquirir a posição da Seguradoras Unidas no capital da Tranquilidade – Corporação Angolana de Seguros

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NNH

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O Banco Económico quer entrar na Tranquilidade Angola

O Banco Económico quer adquirir a posição da Seguradoras Unidas no capital da Tranquilidade – Corporação Angolana de Seguros, anunciou a Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) angolana em comunicado divulgado em Luanda.

A operação foi comunicada a 25 de Março último, ao abrigo da Lei da Concorrência, aprovada em Março de 2018, que obriga à submissão prévia dos atos de concentração de empresas que atinjam uma quota de mercado ou uma faturação anual superior aos máximos definidos.

O regulamento da Lei da Concorrência sujeita a notificação prévia as operações em que “se adquira, crie ou reforce” uma quota de mercado igual ou superior a 50% ou em que isso aconteça quando a quota de mercado se situa entre 30% e 50% e a facturação individualmente realizada em Angola, no último exercício, por pelo menos duas empresas, tenha sido superior a 450 milhões de kwanzas.

Também sujeita à notificação prévia as situações em que o conjunto de empresas que participam na concentração tenha realizado em Angola, no último exercício, negócios de montante superior a 3 500 milhões de kwanzas, segundo o Jornal de Angola.

O Banco Económico é um dos 12 maiores bancos comerciais a operar em Angola. A Tranquilidade – Corporação Angolana de Seguros, deu início à sua actividade em 2012, com o capital distribuído pela Tranquilidade (51%) BESA (19%) e pelos acionistas da Companhia Angolana de Seguros (30%). A seguradora actua no mercado de seguros, resseguros, investimentos, participações, representações, fundo de pensões e formação profissional. Detém, de acordo com o último relatório e contas publicado, respeitante a 2017, um activo da ordem de 8 000 milhões de kwanzasl.

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